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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

INEM - Onde andas?

Ontem, pela primeira vez, aconteceu uma situação inédita na qualidade de formador. Uma formanda de um curso de Marketing para Eventos, sentiu-se mal, com dores nos rins, até que não aguentando mais as dores, desmaia nos braços de dois colegas.
Como é óbvio numa situação do género, providencie que o INEM fosse contacto, pensando que estaria a agir no melhor sentido. Estava enganado.
O INEM responde que não tinha ambulâncias disponíveis para casos desta gravidade, encaminhando a chamada para os Bombeiros do Porto. Qual é o meu espanto quando percebo que os Bombeiros do Porto, não tinham nenhuma ambulância disponível naquele momento. Surreal. A formanda acabou por ser transportada em carro particular.
Não sei como se mede a gravidade de num caso de saúde. Estou em crer que devem haver técnicos para isso ou pelo menos, era suposto que houvesse.
Ontem a formanda estabilizou e não teve nenhuma consequência pelo facto de não ter tido assistência médica imediata ou urgente. Posso afirmar que no início deste ano, o INEM erra num diagnóstico telefónico a um senhor que estava a ter um AVC. Nessa altura o INEM, solicita que sejam contactados os Bombeiros. Estes, como tinham uma ambulância livre, dirigem-se ao local e transportam o doente para o hospital. A caminho das urgências, o doente tem uma paragem respiratória, acabando por falecer. Talvez se tivesse sido acompanhado por técnicos especializados, a sorte do agora defunto podia ter sido outra.

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